Coro Fabulado

Um convite ao público para reger fabulações.

Para ritmar vozes subvertendo os algoritmos, reinventando o próprio lugar para escutar ressoar o do outro.

Diante do confinamento, da finitude escancarada o tempo inteiro frente a algo tão grande que não conseguimos enxergar sozinhos, convidamos 12 artistas brasileirxs a participar de um coro retorcido de vozes, que se atravessaram através da imaginação para tentar dar conta da memória perdida do futuro. 

Fabular como brecha, como eco, como premonição, como distorção voluntária de uma realidade fora de foco, como sinal de fumaça desde um abismo entre vãos. 

Cada vídeo é uma imagem-nada, vista em confinamento, sem grandes resoluções e refreadas de seu movimento usual. Junto às imagens, áudios-fábulas feitos por artistas que de alguma maneira têm cruzado o caminho do CAMPO, seja se colocando como residente, por afeto ou pelo simples desejo de fazermos algo juntos um dia. E que aqui se confabularam em coro pela sobrevida do Campo em tempos de pandemia.

Concepção, criação e desenvolvimento Bruno Moreno, Gui Fontineles, Humilde Alves, Marcelo Evelin, Maurício Pokemon e Regina Veloso. 

Criação e performance em voz Aci Campelo (PI), Bárbara Fernandes (PI), Bebel Frota (PI), Carol Mendonça (SP/BE), Clarice Lima (CE/SP), Dani Lie (SP/ID), Fábio Crazy da Silva (PI), Fernanda Silva (PI), Luara Learth (DF/FR), Júlia Feldens (SP), Rodrigo Braga (PE/FR) e Severo (PI)

Apoio Edital Emergencial Arte Como Respiro - Itaú Cultural

Realização CAMPO arte contemporânea